terça-feira, 8 de setembro de 2009
Across the Music
Como preferência e "vício", eu tenho um blog chamado Across the Music, onde escrevo sobre bandas, CDs, shows e faço entrevistas com os artistas.
Acessa www.acrossthemusic.wordpress.com.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Vídeos capturados e editados
Dijean Neo - Bate papo exclusivo com os artistas da Usina Urbana
Dijean Neo entrevista Vitória Frate
Dijean Neo entrevista Ana Andrade
Dijean Neo entrevista Príncipes da Xuxa
Dijean Neo - Bolsa de Modelo
Dijean Neo - Entrevista com Aline Weber
Dijean Neo - Vida de New Face
Atividades atuais
Entrevista para Jornal Hoje
Na entrevista, firmo a produção de pesquisa de referência que a Empresa MM realizava através de meu trabalho, onde exercia as funções de editora, redatora e blogueira do portal.
Quem se interessou, confere a entrevista no vídeo abaixo.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
NEO
O portal Neo, o qual fui editora, redatora e blogueira de março a setembro de 2009, é um projeto da nova linha de calçados da Azaléia, Dijean Neo.O estilo de texto e conteúdo foram criados por mim, através da prestação de serviços para a empresa Mauren Motta Conteúdo. Além de editar conteúdo da web, também fiz captura e edição de matérias, making of e entrevistas em vídeos, que podem ser conferidos aqui.
O site da NEO é destinado a meninas adolescentes e reúne um conteúdo muito bacana de moda, música, comportamento e perfis de jovens talentos. O estilo tanto estético quanto de texto ganhou outras características desde que não atualizo mais o site.
Hoje, ele continua destinado ao mesmo público, mas com editoria de capa e matérias totalmente diferentes. É necessário deixar claro que meu trabalho pode ser visto nele em textos e imagens produzidos até o último dia do mês de agosto. Quem quiser conferir é só acessar o www.neo.etc.br/.
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
[Aumenta o índice de jovens Universítários no Brasil]
O objetivo estabelecido pelo MEC é de que em 2010 o resultado seja elevado para 30% dos jovens em universidades brasileiras. Além da bolsa do ProUni, há o planejamento de outras oportunidades de graduação no país. “Estamos estudando medidas para ampliar o acesso subsidiado de estudantes ao Ensino Superior privado”, reforça o Ministro da Educação, Fernando Haddad. A perspectiva paralela do Ministério é de que o prazo para quitar o pagamento do Financiamento do Ensino Superior (Fies) aumente.
Com um número limitado ainda de vagas para bolsistas no Ensino Superior privado, Haddad espera que futuras medidas ampliem o acesso destes estudantes às graduações particulares. Uma das possíveis providências é de que o aluno com bolsa de 50% no Programa Universidade para Todos troque parte da mensalidade por trabalho em ações educativas.
O Brasil, em comparação com outros países da América, apresenta o índice de jovens universitários inferior . A Argentina hoje conta com 30% de seus jovens em universidade, assim como o México possui um percentual de 15% de graduandos. Na Coréia do Sul e nos Estados Unidos, o MEC consta que 50% dos jovens freqüentam o ensino superior. O ministro brasileiro desabafou que é difícil projetar o atendimento ou não das metas no país, complementando que a expansão federal, por exemplo, ainda não repercutiu no Censo.
[A lei que pode virar um porre]
A proposta feita pela Secretaria de Segurança do Rio Grande do Sul de proibir a venda de bebidas alcoólicas nos finais de semana, das 23h às 5 horas, é polêmica entre jovens e adultos da Capital. Baseado na experiência de Diadema (SP), o Secretário José Francisco Mallmann já tomou a iniciativa das blitz por bairros boêmios de Porto Alegre e outras cidades, defendendo que o álcool é a raiz da criminalidade do estado. 
Quando a Lei Seca vigorou nos EUA, em 1920, a maioria das bebidas alcoólicas estavam proibidas de serem importadas, vendidas e consumidas. Toda bebida que continha mais de 0,5% de álcool era considerada “intoxicante”, mas o problema com substâncias tóxicas veio depois. O vício aumentou com a fabricação clandestina de destilados. Americanos passaram a produzir drinks que incluíam até alvejante, solvente de tinta e formol, sendo que as cervejas mais fracas, antes livremente vendidas, continham 0,2% de álcool e uma formula nem tão prejudicial ao organismo. Além disso, o tráfico cresceu e o governo teve uma grande crise econômica. Depois de aumentar a criminalidade no país e enriquecer os traficantes de álcool, a Lei Seca dos EUA foi abolida em 1933. Segundo o jornalista Felipe Van Deursen, a Lei Seca fez os Estados Unidos beber menos, mas de forma menos saudável.
No Brasil, a Lei Seca é atribuída durante o período de votação, nas eleições. O tempo de proibição depende da legislação de cada estado. Em outras circunstâncias, o maior exemplo da proibição foi o município de Diadema. Em julho de 2002, a Grande São Paulo deu início aos dois anos de experiência do “no álcool”, com o objetivo de conter os índices de violência. Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) constaram que nesse tempo, 273 pessoas teriam sido assassinadas caso a medida não fosse tomada. Diadema, que chegou a ser considerada a cidade mais violenta do mundo, em 1999, estabeleceu uma lei proibindo donos de 3.780 bares de abrirem as portas no horário das 23 às 6 horas. Sob plantão e fiscalização rigorosa da Polícia Militar e Guarda Civil, a antiga “Favela Naval” virou um laboratório de testes para a Secretaria de Segurança SP. Nesse caso, a Lei foi uma medida eficaz, os índices de criminalidade diminuíram nas ruas.
Quando o Secretário José F. Mallmann assumiu seu atual cargo, em abril deste ano, anunciou 23 medidas que combateriam a criminalidade. Uma delas é Operação Lei Seca, que já alcança quase seu vigésimo final de semana pelas principais cidades do Rio Grande do Sul. Segundo Mallmann, o foco é a redução do homicídio causado por ingestão de bebidas alcoólicas. Mais de 900 policiais, entre civis e militares, em 381 viaturas, em 267 municípios, trabalharam na 16º edição da operação, no dia sete de setembro. A fiscalização durou cinco horas e resultou em 31 apreensões. “O álcool, infelizmente, é cultural em nosso meio. E o mais incrível é que dentre outras drogas, apenas ele, e somente ele – o álcool – pousa como livre de qualquer proibição ou restrição ao consumo. Quem fica bebendo com moderação após as 24h de sexta e de sábado em bares e similares?”, argumenta o Secretário.
Entre adolescentes e adultos, o maior índice de dependência do álcool em geral é de adultos, “até porque este é um problema crônico, que acompanha a pessoa ao longo da passagem da idade, geralmente iniciado na adolescência”, diz o Doutor e Professor Rogério Horta Lessa. Os adolescentes ocupam o maior número de intoxicações, ou seja, o maior consumo em quantidades e em freqüência que implicam riscos são dos jovens. São os chamados “porres”. Lessa ainda lembra que em Diadema não foi feita apenas uma restrição à venda e ao consumo de bebidas alcoólicas. O que se fez em Diadema foi uma verdadeira revolução no planejamento das ações de segurança pública, envolvendo o governo local como um todo e, entre todas as ações desenvolvidas, foram estabelecidos limites para o acesso às bebidas alcoólicas em bares e casas noturnas”.
A Secretaria de Estado da Segurança do RS põe em questão não só a alta criminalidade, como também quer combater o risco e acidentes de trânsito em função do álcool. “Esses acidentes de trânsito deixam famílias destruídas, interrompem futuros e sonhos, lota os leitos hospitalares e as covas rasas dos campos santos”. Segundo o Código Brasileiro de Trânsito, é pena gravíssima dirigir sob a influência de álcool em nível superior a seis decigramas por litro de sangue. As pesquisas provam que as tragédias envolvendo motoristas embriagados ocorrem com maior fluxo durante o final de semana, entre jovens de 16 a 30 anos, sendo 78% dos indivíduos do sexo masculino. Para o doutor Rogério Horta, é preciso de novas regras ou estratégias para os jovens, principalmente, respeitarem os limites. “Já existem uma série de leis que são descumpridas e que estabelecem limites para o consumo de bebidas alcoólicas: a proibição de venda para menores, a legislação que regula a publicidade de bebidas, os bares deveriam ter alvarás,... Menores consomem bebidas livremente, os bares funcionam, muitos, sem alvarás, a publicidade de cerveja, especialmente, não respeita o estabelecido em lei. Os usuários recreativos, que consomem dentro de limites adequados, que farão uso dentro do que estabelece a lei, o pai que não oferece ao filho, estes não precisam de novas leis. Os demais, não cumprem o que está estabelecido, então precisam ser impelidos a cumprir, com ou sem novas leis”.
Por outro lado, a Lei Seca gerou polêmica na população. Muitos defendem que de nada adiantará e que esta ação não passa de uma tentativa de tapar o sol com a peneira, esquecendo dos seus furos, como disse o vereador Aeli Sell. Sell, que também é líder da Bancada do PT, em Porto Alegre, publicou uma carta declarando sua posição e argumentos contra as idéias do Secretário José Francisco Mallmann. O vereador diz ter sido testemunha de blitz, em que a ação não passava de solicitação de documentos do motorista e que as revistas são raramente feitas. Em sua carta, o político ainda argumenta que o papel de legislar sobre autorizações, alvarás e horários de funcionamento de estabelecimentos comerciais, de lazer e entretenimento é das prefeituras. “Causaria um prejuízo incomensurável para Porto Alegre. Prejuízo social e econômico a um conjunto inestimável de estabelecimentos sérios, pagadores de tributos - que abastecem parte substantiva das verbas que pagam nossa Brigada e Polícia - que garantem muitos e muitos empregos, com carteira assinada” (Artigo “Em Defesa da Vida, Contra a Lei Seca”). Além disso, outras pessoas que costumam beber sociavelmente reclamam da falta de comparação entre casos de excesso e casos em que não se viola nenhuma lei. Sendo uma taça de vinho no restaurante mais sofisticado da cidade ou um copo de cerveja no bar da esquina, não se pode generalizar. A publicitária de 26 anos, Juliana, que dirige diariamente e freqüenta os bairros boêmios da Capital se opõe a Lei Seca: _ “A proibição gera ainda mais violência. As drogas ilícitas são prova disso, pois estão presentes igual na vida das pessoas. Se forem proibir o álcool e o tabaco, vai virar uma zona ainda maior. Eu acho certo é aumentar a fiscalização, o que já está sendo feito”.
Acidentes de trânsito, brigas domésticas, “rachas”, segurança pública, vícios, responsabilidade e economia, tudo envolve a polêmica gerada após a Lei Seca ser a nova possível integrante do Código de Segurança do estado. Há os pedestres que não merecem as leis e as pessoas que gostam de quebrar as regras. A Secretaria da Segurança do Rio Grande do Sul tem muito o que ouvir, analisar e decidir democraticamente. Há fontes indicando de que as “desculpas” de José Mallmann não convencem outras falhas da segurança pública e há indicadores que teoricamente apontam a Lei Seca como a maior solução da criminalidade do Estado.
OPINIÃO:
“Enquanto a Lei Seca não acontece, a gente pensa melhor sobre o alcoolismo e sobre como seria a vida sem o nosso “happy hour” de final de semana” (Juliana, publicitária).
"Não podemos simplesmente confiar que, depois de um porre, o bêbado simplesmente irá de táxi para casa dormir. Por outro lado, tem gente que realmente faz isso. É responsável e, mesmo alta, não se mete em confusões. É justo que esses consumidores sejam proibidos de beber em lugares públicos após as 23h? Sem falar que bares e restaurantes também vão sentir com o menor movimento. Mas no geral, acho que a lei seca é viável. Precisamos diminuir a violência e talvez esses sacrifícios sejam necessários." (E.N., estudante de jornalismo)
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
[[Rockeiras, carismáticas e talentosas: estas são as The Donnas! ]

Poderia começar esse "review" como todos os outros e nele incluir o set list exato tocado no show de banda. Mas dessa vez vai ser diferente.Tudo isso, porque as americanas das The Donnas, surpreenderam os gaúchos na noite do dia 22/08, em Porto Alegre, no Opinião.
Estava marcado para as gaúchas da Blasé entrarem em cena às 22h, mas nesse momento o público ainda chegava no Bar. Aproximadamente às 23h30, as gurias invadiram o palco com bastante estilo e mandaram muito bem. Foram pouco mais de vinte minutos de show e uma prévia de mulheres fazendo rock ‘n’ roll. Chris, Maísa, Raquel e Renata tocaram os sons próprios Blá Blá Blá e Acontece todo dia, e, entre o repertório, ótimos covers de bandas como Joan Jett (Bad Reputation), Elástica (Connection), Ramones (I Just Wanna Have Something To Do) e Juliette and The Licks (You’re Speaking My Language).
Em seguida, Los Vatos tomaram a frente e ficaram pouco mais de meia hora tocando. Nesse momento, foi uma seqüência bem pegada do punk rock de Sérgio, Nery e Luiz, que estão prestes a lançar CD novo.
Depois de mostrarem carisma e simpatia à imprensa, pouco antes do show, as The Donnas finalmente apareceram para o público e surpreenderam muitos que estavam por lá. Com disco saindo do forno, o quarteto "power girl" tocou muitos sons novos, e o público escutou com atenção.
A primeira música do “concerto donnas” foi Btichin, a canção que intitula o disco com lançamento marcado para o dia 18 de setembro, em Las Vegas.
Encantando homens e mulheres, Brett Anderson, Allison Robertson, Maya Ford e Torry Castellano mostraram que o palco já é um velho conhecido. Entre as músicas tocadas, foram os sucessos do álbum Gold Metal, I don’t want to know e Fall Behind Me e a supernova Don’t Wait Up for Me. Além disso, no pouco tempo de show as gurias americanas tocaram Skintight e Who Invited You.
Quem atraiu muitos olhares e comentários foi a guitarrista Donna R., que além de ser carismática, tem um imenso talento e afinidade com as cordas. Solos muito bem feitos e performance de encantar qualquer apreciador do rock and roll.
Donna A., a vocalista, deixou explícito sua satisfação de estar em solo brasileiro e simplesmente resumiu com a frase "fico muito feliz de ouvir vocês cantando as músicas". Com sua mão na cintura, mandou bem no vocal e nas danças o tempo todo.
Maya Ford, Donna F., interagiu com o público junto da sua fiel companheira, a cerveja. Donna C., a Torry, mostrou muito pique e charme na bateria. Créditos para os fãs gaúchos que acompanharam os vocais quando as Donnas tocaram 40boysin40nights, Rock N Roll Machine e You Make me Hot.
Enfim, não há palavras para descrever como foi prazeroso conferir o show das Donnas.
Elas tocaram seu set, saíram do palco, voltaram e enlouqueceram os fãs com o clássico Take It Off.
Bonitas, talentosas, simpáticas e rockeiras: estas são as The Donnas!
Confira mais fotos do show, feitas pelo Tatu
Confira a matéria anterior sobre as Donnas
Simone Bertuzzi (27/08/2007)
Fotos: Roberta Roth



